<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>RetailMedia &#8211; Blog &#8211; F5 ADS</title>
	<atom:link href="https://blog.f5ads.com.br/tag/retailmedia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blog.f5ads.com.br</link>
	<description>Novidades e atualização sobre mídia programática</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Apr 2026 13:42:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://blog.f5ads.com.br/wp-content/uploads/2024/09/cropped-cropped-f5-icon1-32x32.png</url>
	<title>RetailMedia &#8211; Blog &#8211; F5 ADS</title>
	<link>https://blog.f5ads.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>O investimento de mídia digital na Copa do Mundo 2026: oportunidades, desafios e novas dinâmicas de atenção</title>
		<link>https://blog.f5ads.com.br/2026/04/01/o-investimento-de-midia-digital-na-copa-do-mundo-2026-oportunidades-desafios-e-novas-dinamicas-de-atencao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteudo F5]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Apr 2026 13:42:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia Programática]]></category>
		<category><![CDATA[ConsumoDigital]]></category>
		<category><![CDATA[CopadoMundo2026]]></category>
		<category><![CDATA[MídiaDigital]]></category>
		<category><![CDATA[RetailMedia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.f5ads.com.br/?p=217422</guid>

					<description><![CDATA[A Copa do Mundo FIFA 2026 se desenha como um dos maiores eventos midiáticos da história recente, não apenas pelo seu alcance global, mas pelo contexto em que está inserida: um ecossistema de mídia profundamente transformado pela digitalização, pela fragmentação da audiência e pela centralidade dos dados nas decisões estratégicas. Nesse cenário, o investimento publicitário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[A Copa do Mundo FIFA 2026 se desenha como um dos maiores eventos midiáticos da história recente, não apenas pelo seu alcance global, mas pelo contexto em que está inserida: um ecossistema de mídia profundamente transformado pela digitalização, pela fragmentação da audiência e pela centralidade dos dados nas decisões estratégicas. Nesse cenário, o investimento publicitário em torno do torneio tende a atingir níveis bilionários, mas com características bastante distintas das edições anteriores.<br />De acordo com a WARC Media, a Copa de 2026 deve movimentar cerca de US$ 10,5 bilhões em publicidade global durante o trimestre do evento, número expressivo, mas que revela um crescimento mais moderado em comparação a ciclos anteriores. Em 2018, por exemplo, o incremento foi de US$ 12,6 bilhões, o que indica uma mudança estrutural no impacto da competição sobre o mercado publicitário. Essa diferença não está relacionada à perda de relevância do evento, que segue sendo um dos maiores agregadores de audiência do planeta, mas, sim, à forma como essa audiência se distribui e consome conteúdo.<br />O modelo tradicional, centrado na televisão como principal ponto de contato, vem sendo substituído por uma lógica multiplataforma, na qual o consumo ocorre de maneira simultânea e fragmentada. A audiência continua massiva, mas a atenção se dispersa entre diferentes telas, formatos e momentos de interação. No Brasil, por exemplo, estimativas da Kantar indicam que 77% da população deve acompanhar a Copa de 2026, um índice que reafirma o apelo cultural do evento. No entanto, esse consumo já não se limita à TV aberta: ele se estende ao streaming, às redes sociais e a uma infinidade de conteúdos paralelos que orbitam o torneio.<br />Esse movimento reforça o protagonismo do digital no planejamento de mídia. Projeções apontam que, em 2026, cerca de 68,7% de todo o investimento publicitário global estará concentrado em canais digitais, com crescimento contínuo impulsionado principalmente por vídeo online, redes sociais e retail media (WPP Media, 2025; eMarketer, 2025). Trata-se de uma mudança que vai além da distribuição de verba: ela redefine a lógica de construção de campanhas, exigindo maior integração entre dados, criatividade e tecnologia.<br />Nesse contexto, a Copa deixa de ser apenas um evento de transmissão e passa a funcionar como um ecossistema de conteúdo contínuo. O consumo não se restringe aos 90 minutos de jogo, mas se estende ao pré, ao durante e ao pós-partida, criando uma jornada expandida e altamente dinâmica. Comentários em tempo real, memes, análises, cortes de vídeo e transmissões paralelas transformam cada partida em um fluxo constante de interações. Segundo a WARC Media, essa ampliação dos pontos de contato exige que as marcas adotem estratégias mais fluidas e responsivas, capazes de dialogar com o público em diferentes momentos e plataformas.<br />Ao mesmo tempo, a ascensão de creators, streamers e influenciadores digitais amplia significativamente o inventário de mídia disponível. Esses novos intermediários da atenção não apenas distribuem conteúdo, mas também constroem narrativas próprias sobre o evento, influenciando percepções, engajamento e até mesmo a forma como o público acompanha os jogos. Para as marcas, isso representa uma oportunidade relevante de inserção mais orgânica e contextual, mas também exige maior sensibilidade na escolha de parcerias e na adaptação da linguagem.<br />A complexidade desse cenário torna o uso de dados ainda mais central. A compra programática, já dominante no ecossistema digital, ganha relevância adicional em eventos de grande escala como a Copa, permitindo segmentações mais precisas, otimizações em tempo real e maior eficiência na alocação de recursos. Além disso, o cruzamento de dados comportamentais e sociais tem se mostrado cada vez mais eficaz na antecipação de tendências de audiência e engajamento, o que contribui para decisões mais estratégicas ao longo das campanhas.<br />No entanto, esse ambiente altamente competitivo também impõe desafios significativos. A saturação de mensagens tende a aumentar consideravelmente durante o período do torneio, elevando o custo da atenção e dificultando a diferenciação entre marcas. Durante a Copa de 2022, por exemplo, foi possível observar uma certa homogeneização das campanhas, com narrativas semelhantes e baixa distinção criativa, o que reduziu o impacto de muitas iniciativas (Mundo do Marketing, 2022). Em 2026, com um volume ainda maior de anunciantes e canais, esse risco se intensifica.<br />Diante desse cenário, o investimento em mídia durante a Copa exige mais do que presença: exige precisão. A construção de relevância passa por uma combinação cuidadosa entre estratégia de canais, timing, criatividade e uso inteligente de dados. Marcas que conseguirem se inserir de forma contextual, dialogando com o momento e com o comportamento do público, tendem a capturar não apenas visibilidade, mas também engajamento qualificado e resultados de negócio mais consistentes.<br />A Copa do Mundo de 2026, portanto, consolida uma transição importante na indústria da comunicação. Se, por um lado, o evento mantém sua capacidade de reunir grandes audiências, por outro, redefine as regras do jogo ao exigir abordagens mais sofisticadas, integradas e orientadas por dados. No atual panorama, o diferencial competitivo não estará apenas no volume de investimento, mas na capacidade de transformar esse investimento em conexões relevantes: aquelas que acontecem no momento certo, no canal certo e com a mensagem certa.<br /><br />Siga-nos em nossas redes sociais: Instagram e LinkedIn.<br />]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Retail Media em 2026: por que o first-party data do varejo é o novo motor da performance</title>
		<link>https://blog.f5ads.com.br/2026/02/26/retail-media-em-2026-por-que-o-first-party-data-do-varejo-e-o-novo-motor-da-performance/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Conteudo F5]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Feb 2026 19:42:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mídia Programática]]></category>
		<category><![CDATA[FirstPartyData]]></category>
		<category><![CDATA[Performance]]></category>
		<category><![CDATA[RetailMedia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://blog.f5ads.com.br/?p=217399</guid>

					<description><![CDATA[A Terceira Onda da publicidade digital O mundo da publicidade digital está vivenciando uma transformação profunda: um movimento que muitos especialistas já chamam de “A Terceira Onda da Publicidade”, impulsionada pelas Retail Media Networks (RMNs). Depois da era do search e da ascensão das mídias sociais, surge agora um novo protagonista: o varejo como mídia, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><strong>A Terceira Onda da publicidade digital</strong></h3>



<p>O mundo da publicidade digital está vivenciando uma transformação profunda: um movimento que muitos especialistas já chamam de <strong>“</strong>A Terceira Onda da Publicidade<strong>”</strong>, impulsionada pelas Retail Media Networks (RMNs). Depois da era do search e da ascensão das mídias sociais, surge agora um novo protagonista: o varejo como mídia, não apenas como ponto de venda. À medida que as restrições de privacidade aceleram o declínio dos cookies de terceiros, as redes de mídia de varejo estão se consolidando como um dos atalhos mais poderosos para alcançar clientes com precisão, relevância e desempenho mensurável.</p>



<p>De acordo com o jornal Estado de Minas, em 2026, estima-se que o Retail Media representará mais de 25% de todos os gastos com mídia digital globalmente, um salto exponencial em relação a modelos de publicidade tradicionais. No Brasil, o investimento nesse modelo deve ultrapassar bilhões de reais, com destaque para marketplaces, supermercados e redes de farmácias que estruturam seus próprios espaços comerciais de mídia.</p>



<p>Mas o que explica esse crescimento meteórico? A resposta está no ativo mais valioso do varejo: dados proprietários de clientes (first-party data), informações diretas de quem compra, navega, pesquisa ou interage dentro do ecossistema de um varejista. Esses dados possibilitam mensuração fechada, segmentação hiperefetiva e atribuição precisa de performance, o que se torna decisivo para marcas que buscam não só alcançar públicos, mas converter em vendas e resultados reais.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>O que são Retail Media Networks (RMNs)?</strong></h3>



<p>As Retail Media Networks são ecossistemas de anúncios criados e geridos por varejistas, de marketplaces como Amazon e Mercado Livre, até redes de farmácia, supermercados e lojas físicas com presença digital. Diferentemente de canais de mídia tradicionais, as RMNs utilizam dados de comportamento de compra real e de interação com o próprio varejista para veicular anúncios altamente segmentados.</p>



<p>Em outras palavras, o varejista deixa de ser apenas um distribuidor de produtos e passa a atuar também como plataforma de mídia, oferecendo espaços publicitários tanto dentro do ambiente de compra (no site, app ou PDV) quanto em formatos estendidos, como retargeting programático off-site e anúncios em vídeo ou CTV.</p>



<p>Esse modelo tem duas características definidoras: uso do first-party data, em que o varejista coleta e controla dados ricos sobre os consumidores, histórico de compras, produtos visualizados e padrões de navegação, e os usa para segmentar anúncios com precisão; e atribuição fechada (closed-loop), ao contrário dos modelos de publicidade digital que dependem de inferências e modelos probabilísticos, a RMN permite vincular diretamente a impressão do anúncio à ação de compra real, tanto online quanto no ponto físico.<br></p>



<p>Essa combinação de dados e mensuração é particularmente poderosa em um mundo onde cookies de terceiros estão sendo aposentados e consumidores exigem mais privacidade.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>First-Party Data: o ouro das Retail Media Networks</strong></h3>



<p>Os dados proprietários coletados pelos varejistas, conhecidos como <em>f</em>irst-party data, são a espinha dorsal das RMNs. São informações diretas geradas pelos próprios consumidores: o que compraram, o que pesquisaram, o que adicionaram ao carrinho, quando visitaram a loja e como responderam a campanhas anteriores.</p>



<p>Enquanto estratégias tradicionais de publicidade dependiam de segmentos genéricos (ex.: “mulheres 25–34 anos”), as RMNs baseadas em first-party data oferecem segmentação comportamental e preditiva, como usuários que compraram café nos últimos 30 dias, que reacenderam interesse por categorias específicas ou que tendem a comprar produtos complementares.</p>



<p>Esse nível de granularidade possibilita precisão no direcionamento; com anúncios exibidos de modo relevante para consumidores já engajados no funil de compra, melhor performance de conversão; onde visitantes com intenção de compra respondem melhor do que audiências amplas e genéricas, attribution mais exata; com capacidade de fechar o ciclo de venda e provar o retorno sobre investimento (ROI) diretamente a partir das vendas atribuídas ao anúncio.<br></p>



<p>Esse “ouro” de dados é especialmente valioso em um cenário pós-cookies, quando as alternativas para segmentação e mensuração são limitadas e custosas.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Como marcas não-endêmicas podem usar RMNs para performance</strong></h3>



<p>Para além das marcas que vendem diretamente no varejo, as RMNs abrem um leque de oportunidades para marcas não-endêmicas, empresas que não vendem produtos físicos neste varejo, como bancos, seguradoras, telcos e serviços B2B. A lógica é simples: mesmo sem vender produtos diretamente nesses ambientes, essas marcas podem utilizar os dados de consumo para alcançar públicos altamente segmentados e com intenção de compra, convertendo campanhas em performance concreta.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Campanhas in-site e off-site</strong></h4>



<p>Dentro da própria plataforma do varejista (on-site), marcas podem veicular anúncios contextualizados no momento certo, por exemplo, um seguro-viagem após a compra de malas ou um serviço financeiro após compras recorrentes de alto valor e usar segmentação comportamental para atingir audiências específicas com mensagens relevantes.<br></p>



<p>Fora do varejo (off-site), muitas RMNs oferecem opções de retargeting programático, em parceria com DSPs e plataformas de segmentação, permitindo que dados de intenção de compra sejam usados para atingir consumidores em outros sites, redes sociais ou serviços de streaming.</p>



<p>Esse tipo de abordagem cria uma ponte poderosa entre o ambiente de compra e outros pontos da jornada digital, ampliando o alcance da marca e reforçando a mensagem com audiência quente e qualificada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Fechando o ciclo de venda com precisão</strong></h4>



<p>Uma das maiores vantagens competitivas das RMNs para performance é a capacidade de fechar o ciclo de venda, ou seja, conectar a exposição da campanha diretamente à ação final de compra. Isso reduz o gap de mensuração que historicamente assombra o marketing digital e fornece clareza sobre o que está funcionando e o que não está.</p>



<p>Ferramentas avançadas permitem rastrear conversões diretas dentro da RMN; cross-device behavior (como um consumidor que viu um anúncio no celular e comprou no desktop); incremental lift analysis, métricas que demonstram o impacto incremental da campanha sobre o comportamento de compra.<br></p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Casos e exemplos de uso no mercado</strong></h3>



<p>O uso de RMNs já está gerando resultados expressivos em vários setores, incluindo setores que historicamente não dependem de varejo físico, como:</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Amazon e Mercado Livre</strong></h4>



<p>Plataformas gigantes como Amazon Advertising continuam liderando o mercado de RMNs, com participação significativa dos investimentos globais, algo em torno de cerca de 75–80% do gasto total em redes de varejo.</p>



<p>Na América Latina, o Mercado Livre tem se destacado, convertendo parte significativa de seu GMV em receita publicitária, abrindo espaço para anunciantes de variados segmentos se conectarem com consumidores qualificados.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Setor farmacêutico e varejo de saúde</strong></h4>



<p>Redes de farmácia no Brasil estão estruturando seus próprios eventos e plataformas especializadas de Retail Media, antecipando que o setor farma será uma das fronteiras mais promissoras do modelo em 2026.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Estratégias híbridas e programáticas</strong></h4>



<p>Além dos anúncios diretos na plataforma varejista, muitas RMNs estão expandindo os formatos para incluir CTV, vídeo, experiências omnichannel e retargeting programático usando segmentos de varejo.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Tendências para 2026 e além</strong></h3>



<p>Com o mercado global de Retail Media projetado para ultrapassar centenas de bilhões em investimentos até 2026, várias tendências estão moldando o futuro deste espaço: crescimento acelerado de formatos omnichannel integrando físico e digital, expansão para categorias não tradicionais, como serviços financeiros e telecom, adoção de IA para personalização em tempo real e otimização de campanhas e ênfase em privacidade e compliance, com uso de data clean rooms e tecnologias que respeitam LGPD e outras regulamentações.<br></p>



<p>Essas direções refletem uma evolução do Retail Media de canal de aquisição transacional para plataforma estratégica de relacionamento e performance contínua.</p>



<h3 class="wp-block-heading"><strong>Retail Media como pilar de performance em 2026</strong></h3>



<p>À medida que as marcas buscam meios de superar limites de alcance, precisão e mensuração, as Retail Media Networks emergem como peça central nas estratégias de performance em 2026. O uso de first-party data, coletado diretamente por varejistas como Amazon, Mercado Livre e redes de farmácia, permite campanhas mais relevantes, personalizadas e mensuráveis do que muitos modelos de mídia tradicionais jamais ofereceram.</p>



<p>Para marcas não endêmicas, essa evolução representa uma oportunidade de ouro: utilizar dados de compra real para fechar o ciclo de vendas com precisão, alcançar públicos no ponto mais propício da jornada e obter resultados mensuráveis em cada etapa da campanha. Se bem planejadas, as estratégias de Retail Media não são apenas um complemento, elas se tornam centrais para o sucesso em marketing de performance no futuro próximo.O Retail Media já é uma das principais alavancas de performance do mercado. A <strong>F5 Ads</strong> conecta dados de varejo, tecnologia e mídia para estruturar e escalar estratégias de Retail Media e programática orientadas por first-party data, com mensuração real de resultados. Se sua marca quer transformar dados em vendas e fechar o ciclo de performance com precisão, <strong>fale com a F5 Ads e leve sua estratégia para o próximo nível</strong>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
